ISO 14.001 A EFICIÊNCIA DO INSTRUMENTO NO ALCANCE DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

Atualmente uma preocupação crescente da humanidade é a busca pelo “desenvolvimento sustentável”. A busca do crescimento econômico sem prejudicar as futuras gerações quanto à disponibilidade de recursos naturais. Em decorrência disso, com o intuito de conciliar objetivos econômicos e sociais, muitas empresas preocupadas com um desempenho ambiental correto, adotam Sistemas de Gestão Ambiental (SGAs).

O fato de viver-se  num mundo comercialmente globalizado, e das inúmeras ocorrências de acidentes ambientais de impactos transfronteiriços, surgiu à ideia de padronização de regras e sistemas, nas mais variadas vertentes, como meio de viabilizar minimamente as transações comerciais internacionais e se superarem obstáculos socioculturais e econômicos. 
Constituindo, inclusive, instrumento de controle de fornecedores e barreira mercantil. (Philippi e Aguiar, 2004).
É certo a crescente a tendência empresarial em buscar a certificação ambiental o que fomentou o questionamento quanto ao potencial deste sistema em prover a sustentabilidade onde o empreendimento é implantado na Amazônia. Segundo Barbieri (2007), dentre as iniciativas de auto-regulamentação, estão às normas voluntárias sobre SGAs que começaram a ser elaboradas de modo mais intenso a partir de meados da década de 90. A primeira norma sobre sistema de gestão ambiental foi a BS 7750, criada pela British Standards Institution (BSI), em 1992. Esta norma era baseada no Ciclo PDCA (do inglês plan - planejar, do - executar, check - verificar e act - agir) e serviu de inspiração para diversas normas voluntárias sobre SGAs criadas em outros países e para a International Organization for Standardization (ISO). Uma das normas voluntárias mais adotada em todo o mundo é a norma ISO 14001, que faz parte da série ISO 14000 (SOUZA, 2009). As normas da série ISO 14000 surgiram como uma proposta concreta, durante a Eco 92, para a gestão ambiental e aplica-se aos aspectos ambientais que a organização identifica como aqueles que possam controlar e aqueles que possam influenciar.

O conjunto de normas ISO 14000 trata de gerenciamento ambiental, indicando às
empresas o que devem fazer para minimizar os impactos ambientais de suas atividades e
melhorar continuamente seu desempenho ambiental (ISO, s.d.). O conjunto contempla as
seguintes normas:


 ISO 14001: trata dos principais requisitos para as empresas identificarem, controlarem e monitorarem seus aspectos ambientais, através de um sistema de gestão ambiental (MILAGRE,2008);

Resenha. ‘Bruxas; figuras de poder.

Autor. Gilvandro - Gil.



As mulheres que constituem figuras que expurgam as fobias da contra reforma, foram torturadas e queimadas. Parteiras, curandeiras e carpideiras. O Manual do inquisidor do século XIV, o Malleus Maleficarum, as descreve de bruxas, perigosas com pacto com o demônio e práticas pagãs, desafiam as ordens estabelecidas e devem ser queimadas.
“A partir disso Paola Basso Menna Barreto Gomes Zordan professora, doutora da UFRS em seu ensaio ‘Bruxas; figuras de poder”, publicado na revista estudos feministas,13 (2): 331-341, maio-agosto/2005 discorre como as mulheres pagaram um preço muito alto em pensar e agir fora dos padrões estabelecidos pela igreja e pela sociedade patriarcal, são as bruxas.
O ensaio pauta no manual de inquisidores do século XIV, chamado Malleus Maleficarum e no livro La sorciére (A feiticeira) do historiador Jules Michelet.Enquanto no Malleus Maleficarum “Martelo das feiticeiras” a bruxa se envolve com o mal e é execrada, La Sorciére de Michelet a transforma em mártir enaltecendo suas ligações com a natureza. Os dois vislumbram ideias paradoxais da imagem da mulher independente. A bruxa pode ser tanto a bela jovem sedutora, como a horrenda anciã. A figura da bruxa é certo modo de enxergar a mulher quando ela expressa poder ao longo da civilização patriarcal. Toda expressão de poder por parte de mulheres desembocava em punição.

Monarquia pluricontinental e repúblicas: algumas reflexões sobre a América lusa nos séculos XVI-XVIII.

Resenha

Monarquia pluricontinental e repúblicas: algumas reflexões sobre a América lusa nos séculos XVI-XVIII. “A partir disso os autores João Fragoso, professor de História da UFRJ e Maria de Fátima Silva Gouvêa, professora de História da UFF desenvolvem a ideia de autogoverno, inscrita na concepção corporativa da sociedade, como ferramenta teórica para a compreensão da organização social na América colonial, ou ainda o conceito de redes governativas na gestão do império ultramarino e a noção de monarquia pluricontinental.” Texto publicado em junho/ 2009. Os autores discorrem sobre a autogestão das colônias lusas em especial o Brasil no período XVI-XVIII e a relação com a monarquia pluricontinental.

O texto traz estimativas da população na América lusa de 100.000 em 1600 para 1.500,000 de habitantes em 1766, chegando a 784.4457 os escravos. Esses números mostram um crescimento impressionante vindo homens e mulheres de diferentes sociedades, culturas e idiomas, essa grande e variada população está espalhada, no século XVII, ao longo da costa Brasileira e essa população se transforma numa sociedade organizada conforme normas do Antigo Regime (monarquia, catolicismo, ideia de autogoverno) reconhecidas por todos e tendo por base uma economia escravista. Economia essa responsável pelo sustento de uma monarquia pluricontinental e de sua nobreza no reino. 

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"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".

Vamos refletir sobre esta história inspiradora:
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.

Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa amassada no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendemos:
"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".


Obra escrita por Douglas Adams faz representações metafóricas e profundas sobre a vida real, as situações que enfrentamos, as hierarquias e as firulas sem sentido da sociedade.

Obra escrita por Douglas Adams faz representações metafóricas e profundas sobre a vida real, as situações que enfrentamos, as hierarquias e as firulas sem sentido da sociedade.



"Muito além dos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido. Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais ainda são uma grande ideia".

Essas são as primeiras linhas da bíblia dos nerds. Ela não fala sobre criação, cosmogonia nem tem um timbre religioso. Mas mesmo assim conseguiu arrebanhar milhões de adeptos mundo afora, com várias características em comum, que encontraram nos escritos a sabedoria para formar uma identidade e reclamar seu lugar no mundo. E é um lugar bem ambicioso... tipo o que é ocupado por executivos e presidentes.

Três palavras que garantem o fracasso

Há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, elas promovem o fracasso quando pronunciadas em sequência.

No conto de Ali Babá e os 40 ladrões a frase "abre-te sésamo" teria a mágica propriedade de um controle remoto. Pronunciá-la era o suficiente para que a entrada da caverna dos tesouros roubados fosse aberta, deixando o protagonista da história rico. Sésamo em português de Portugal é o nosso gergelim (aquele que vem em cima do pão). Sua planta se abre de forma lenta, soltando as sementes aos poucos, tal qual se espera de um depósito tão valioso. Era o inacreditável poder da analogia.

Diferente da fantasia de Ali Babá, há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, mas ao invés de atrair riquezas, elas garantem o fracasso quando pronunciadas em sequência. Vamos ver como funciona a mecânica por trás da expressão "eu vou tentar".

Somente o básico...

“Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: "Hotel Venetia".

Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: "- Bem-vindo ao Venetia!"

Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.

Você é uma batata, um ovo ou café?

Uma vez, uma filha se queixou ao seu pai que a sua vida era miserável e que ela não sabia como iria conseguir seguir em frente. Ela estava cansada de lutar e se esforçar o tempo todo. Parecia que, logo após resolver um problema, outro logo aparecia. Seu pai, um cozinheiro, a levou até a cozinha.

Ele encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Depois que as três panelas começaram a ferver, ele colocou batatas em uma panela, ovos na segunda e café moído na terceira. Então, ele deixou a água ferver. A filha, irritada, esperou impacientemente, imaginando o que ele estava fazendo.

Museus de Manaus

Conheça os museus de Manaus

23 museus estão cadastrados no Instituto Brasileiro de Museus.
Museus recebem poucas visitas do público amazonense.

Girlene MedeirosDo G1 AM
Achados arqueológicos, relíquias da produção audiovisual desenvolvida nos séculos passados e retratos do homem amazônida são apenas alguns dos registros de diferentes áreas e tempos preservados nos museus existentes em Manaus. Em homenagem aos 342 anos da cidade de Manaus, o G1 mostra os principais museus da capital do Amazonas e revela as especialidades de cada espaço.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), dos 26 museus existentes no Amazonas, 23 deles estão situados em Manaus. Entre eles, estão os museus inseridos no Palacete Provincial, situado na Praça Heliodoro Balbi, também chamada de Praça da Polícia, no centro de Manaus.
Palacete Provincial (Foto: Divulgação)Palacete Provincial (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)
Museu Tiradentes
O Museu Tiradentes, por exemplo, foi organizado e inaugurado em 1984, pelo então Comandante Geral da Polícia Militar Cel. Élcio Motta. Em 2009, passou a funcionar no Palacete Provincial. Atualmente, é de responsabilidade da Secretaria de Cultura do Amazonas. O acervo é o mais antigo a funcionar no Palacete e conta três espaços diferentes:

A exposição "Esculturas do Mundo" que conta com réplicas de estátuas históricas disponíveis em museus da França.

Sala Memória do Comando Geral da Polícia Militar. Um espaço de exposição de móveis utilizados pelos oficiais no Amazonas.

Fortificações do Brasil.

A proposta da inscrição na Lista do Patrimônio Mundial é apresentar um conjunto de fortificações, com 19 monumentos selecionados entre dezenas de fortificações luso-brasileiras que marcam a ação no estabelecimento da cultura nacional, representativos das construções defensivas implantadas no território brasileiro, nos pontos que serviram para definir as fronteiras marítimas e fluviais que resultaram no maior País da América Latina: o Brasil. A seleção inclui monumentos erguidos no território desde o início da colonização. São os seguintes monumentos:
Fortaleza de São José, em Macapá (AP) – Inaugurado em 19 de março de 1782, dia do seu padroeiro, São José, o Forte é hoje um espaço de cultura e lazer, administrado por uma fundação, o Museu Fortaleza de São José de Macapá, concebida para gerenciar e planejar a sua ocupação. 
Forte dos Reis Magos, em Natal (RN) - Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico. Desde 2014, a gestão do edifício foi transferida para o Iphan. Junto com a Igreja de Santo Antônio, a Catedral, o Museu de Sobradinho e o Palácio do Governo, a fortificação integra um conjunto urbanístico de grande expressão em termos artísticos e histórico-culturais na cidade. 
Forte Coimbra, em Corumbá (MS) – A partir de 1775, a Coroa Portuguesa ordenou que se construísse fortificações militares em alguns pontos do rio Paraguai, e o Forte Coimbra foi o primeiro a ser erguido. Também durante a Guerra do Paraguai (1864 a 1870), o Forte Coimbra foi fundamental nas batalhas travadas ao longo dos tempos, tendo como pano de fundo as paisagens tranquilas do Pantanal. Atualmente o Forte é administrado pelo Exército, que decidiu pela visitação turística e tem como atrações a visita à parte alta do Forte com vistas panorâmicas do rio Paraguai ao lado de antigos canhões, o passeio à vila de moradores e a visita à gruta Buraco do Suturno.

John Wesley, uma vida longa em poucas palavras

vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.
Por Christian History & Biography
John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era “um tição colhido do fogo”. Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.
Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.

Quem são os beduínos?

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São um povo nômade que vive nos desertos do Oriente Médio e do norte da África. Os beduínos representam cerca de 10% dos habitantes do Oriente Médio e têm o nome derivado das palavras árabes al bedu ("habitantes das terras abertas") ou al beit ("povo da tenda"). O mais provável é que essa cultura tenha surgido ainda na Antiguidade, no norte da atual Arábia Saudita. A partir do século 7, porém, quando os árabes conquistaram o norte da África, os beduínos se dispersaram também nesse continente. Na Arábia, onde sempre viveram os grupos principais, as difíceis condições de vida no deserto geraram conflitos pelo uso de poços de água e pastagens, levando bandos de beduínos a eventuais ataques a caravanas e outras

Conheça a história do homem que viveu por 6 anos achando ser uma galinha

Após viver seis anos em um galinheiro em um vilarejo no interior de Fiji, o órfão Sujit Kumar foi adotado pela australiana Elizabeth Clayton
Sujit passou muitos anos sem ver outras pessoas Foto: thehappyhometrust.com / Divulgação
Sujit passou muitos anos sem ver outras pessoas
Foto: thehappyhometrust.com / Divulgação
Liz Lacerda, no Terra
Em um remoto vilarejo no interior de Fiji, o arquipélago composto por mais de 300 ilhas no Pacífico sul, um menino cresceu com as galinhas. Sujit Kumar perdeu os pais ainda criança. A mãe cometeu suicídio e o pai foi assassinado logo depois. Sem saber o que fazer com o menino, os avós colocaram o garoto no galinheiro, no andar debaixo da casa. Lá, ele viveu por seis anos.
O menino dormia no poleiro, se alimentava com as galinhas e aprendeu a andar e a se comunicar como os animais. Sujit Kumar nunca foi ensinado a falar, mas sabe cacarejar. Ele sacode a cabeça e cisca como os galináceos. Durante toda sua vida, pegou a comida com a boca em formato de bico ou as pontas dos dedos unidas, tentando imitar os bichos ao “bicar” os alimentos.
Sujit Kumar, o garoto-galinha, e Elizabeth Clayton, a australiana que o adotou Foto: Arquivo pessoal / Divulgação
Sujit Kumar, o garoto-galinha, e Elizabeth Clayton, a australiana que o adotou
Foto: Arquivo pessoal / Divulgação
Sujik Kumar não tinha contato com o mundo exterior. Sua família e seus amigos eram as aves com quem conviveu até ser removido pelo poder público, aos 8 anos de idade. Era para ser a salvação do menino, mas a mudança se transformou em outro triste capítulo de sua história. No final dos anos 70, Fiji não tinha orfanato.
Sem chances de ser adotado por causa do seu comportamento, Sujit foi colocado em um asilo de idosos. Ele praticamente não havia visto gente durante a maior parte da vida; então, muitas vezes, se tornava agressivo. Por isso, ficou os 22 anos seguintes preso à cama, amarrado com lençóis. As cicatrizes ainda estão bem claras em volta de sua cintura. Sujit

Dicas e sites para melhorar o inglês

Dicas e sites para melhorar o inglês

Tecnologia facilitou muito o aprendizado de idiomas. Agora, não há desculpas. Confira seleção de páginas que disponibilizam exercícios, palestras e cursos

A falta de domínio do inglês, sabemos, ainda é um entrave para muitos brasileiros que desejam estudar fora — seja para fazer graduação, pós ou cursos de especialização. Se este é o seu caso, você está no lugar certo. Mas, se espera encontrar alguma receita milagrosa para aprender o idioma, é melhor interromper a leitura aqui para não se decepcionar.
“Infelizmente, não existe mágica e manter-se motivado para aprender outro idioma é algo muito difícil”, afirma Vinicius Teixeira, que trabalhou como professor de inglês no Brasil e hoje cursa o mestrado na Universidade Concordia, em Montreal, Canadá. Difícil, mas não impossível:  Vinicius mesmo é um exemplo, já que, além de ser fluente no inglês, fala

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O SUPER DNA : A IMPORTÂNCIA DAS IMAGENS PARA O ESTUDO DE TEMAS H...: Bolívar Libertador e Pai da Pátria. Óleo sobre tela, 125 x 95 cm. Exposta no Museu Quinta de Bolívar – Ministério da Cultura da Col...

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O SUPER DNA : Construindo uma Vida Sustentável: Sustentabilidade deixou de ser o assunto da moda para tornar-se uma filosofia de vida, mas o que tem de novo nesse processo? Uma das possíve...

Judeus não dizimam atualmente

Felizmente, teólogos judeus têm melhor conhecimento do que seus colegas teólogos cristãos. Eles estão bem informados de que somente os levitas têm o direito de receber o dízimo das pessoas. Afinal de contas, os líderes judeus têm o Antigo Testamento como sua Escritura e é isso que ela ordena. E já que não existe Templo atualmente (e, consequentemente, levitas ordenados ou sacerdotes servindo no Templo), então um fator importante no cumprimento das leis do dízimo não existe em nosso mundo moderno.

Considerando isso, pode ser de grande valor falar de algo que aconteceu comigo há mais de trinta e cinco anos quando eu estava apenas começando a estudar teologia na faculdade. Uma carta me fora entregue para responder. Era de uma mulher que ouviu que os judeus modernos não estavam dizimando. Ela queria saber se a informação era verdadeira, e se sim, por que os judeus aparentemente violavam as simples leis da Bíblia que falam do dízimo como uma lei a ser obedecida?
Tendo lido a carta, comecei a me preocupar com o assunto também. Para resolver a questão, telefonei para três rabinos na área de Los Angeles para conseguir explicação. Para grande espanto meu, todos os três, independentemente um do outro, me informaram que nenhum judeu religioso deve dizimar hoje. Fiquei surpreso com suas respostas. Isso parecia ser uma evidência de que os judeus eram tão relaxados com a interpretação bíblica que eles estavam abandonando até mesmo as simples palavras de sua própria Escritura sobre as leis do dízimo.

Até que eu falei com o último rabino, minha indignação como jovem estava começando a surgir. Mas, em seguida, o rabino sabiamente começou a me mostrar minha falta de conhecimento (não a dele) em toda a questão. Primeiro, ele admitiu que ninguém de sua congregação paga um centavo de dízimo que era exigido no Antigo Testamento. Ele então disse: “Se algum membro da minha sinagoga dizimar na forma como está na Escritura, ele estaria desobedecendo a lei de Deus, ele estaria pecando contra Deus.”