John Wesley, uma vida longa em poucas palavras

vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.
Por Christian History & Biography
John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era “um tição colhido do fogo”. Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.
Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.

John Wesley foi para Charterhouse School em 1714, para Christ Church College, em 1720, e em 1726 foi eleito membro na Lincoln College em Oxford. Depois de ser pastor auxiliar em Wroote, Lincolnshire, de 1727 a 1729, ele voltou à Oxford não apenas para continuar seus estudos, mas também para começar a viver uma vida mais devota e santa. Muitos outros jovens brilhantes tinham um curriculum como o de Wesley, mas poucos tinham a sua dedicação. Ele dominava pelo menos sete idiomas e desenvolveu uma visão verdadeiramente abrangente em todas as áreas da investigação. Quando ele voltou de Wroote para Oxford, ele assumiu a liderança de um grupo chamado Holy Club (Clube Santo), iniciado por seu irmão Charles. Lá era onde eles reforçavam a fé através do estudo das Escrituras e buscavam a santidade na vida de cada membro.

O Clube Santo fazia muito mais do que refletir e orar. Eles iam às prisões levar a palavra de salvação aos prisioneiros. Embora eles fossem ridicularizados por seus companheiros de Oxford, de seu grupo de uma classe social mais baixa saíram homens que se tornaram importantes para aquele tempo, particularmente os irmãos Wesley, além de George Whitefield. O modo de vida de John Wesley exigia jejuns periódicos, encontros regulares para estudo e auto-avaliação pessoal. Somente muito tempo depois foi que ele percebeu que seu grupo seguia mais a letra do que o espírito do cristianismo.

Em 1735 grandes mudanças atingiram John e Charles Wesley. O seu pai morreu e ambos foram para a colônia da Georgia, nos Estados Unidos, com a bênção e encorajamento de sua mãe. Lá foi uma prova para John, que entendeu que realmente não gostava muito dos índios e sua rigidez não era muito apreciada pelas pessoas da Georgia. Mas importante que isto, foi o contato de John na sua viagem com um pequeno grupo de morávios. Estes homens e mulheres destemidamente cantavam hinos durante terríveis tempestades no mar, ao mesmo tempo em que o próprio Charles se desesperava. Isso o fez querer conhecer mais sobre a fé que eles demonstravam ter. Em 1737 ele retornou à Inglaterra.

Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele podia ser crítico o bastante consigo mesmo para parar suas atividades religiosas naquele momento e pensar que era um ministro experiente demais para examinar sua falta de fé. Peter Boehler, um morávio, deu-lhe a chave – pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. Seu “coração foi estranhamente aquecido”. Então seu verdadeiro trabalho começou.

Como tinha uma mente brilhante e aberta, John Wesley ainda conseguia retirar os melhores recursos das melhores mentes do seu tempo. William Law, por exemplo, foi seu professor, amigo e mentor por vários anos; mas Wesley achou que um ingrediente importante estava faltando no programa de Law para uma vida devota. Os discípulos de Platão conseguiram comunicar a Wesley uma estrutura intelectual que era mais espiritual do que material, mas os hábitos mentais de Wesley estavam moldados mais pelo modelo de análise de Newton do que pelo platonismo. Os morávios eram o mais perto de uma síntese de todos os elementos que ele desejava e pôde encontrar. Ele até mesmo visitou Herrnhut para saber como sua comunidade trabalhava. Mas algo estava faltando lá, como em todo lugar, e em 1740, ele e seus seguidores romperam com os morávios, mas não antes que ele tivesse aprendido a pregar sermões ao ar livre, o que veio a ser mais tarde uma parte essencial de seu ministério.

John Wesley tinha 37 anos de idade quando começou a viajar e pregar. Ele freqüentemente exagerava o número daqueles que vinham ouvi-lo. Muitas vezes, as mesmas pessoas que precisaram de sua ajuda eram as mesmas que mais o perseguiam. Ele pregava em púlpitos até que eles fossem fechados para ele, e ele então pregava nos campos abertos. Ele pregava três vezes por dia, começando às 5 da manhã, uma vez que os trabalhadores poderiam parar para ouvi-lo enquanto andavam para o trabalho.

Algumas vezes ele andava 60 milhas (mais de 90 quilômetros) por dia a cavalo. As condições do tempo não importavam; ele fazia seu programa e o cumpria, não importavam as dificuldades. Ele fugia de uma multidão zangada pulando num lago gelado, nadava para fora dele e continuava a pregar novamente. E tinha uma certa habilidade de trazer as pessoas hostis para o seu lado.

Em 1741 foi para Gales do Sul, para o norte da Inglaterra em 1742, Irlanda em 1747, e Escócia em 1751. No total, foi à Irlanda quarenta e duas vezes e à Escócia vinte e duas vezes. Ele retornou à algumas cidades várias vezes. Houve ocasiões em que ele retornava anos depois de sua última visita e registrava que a pequena sociedade que ele ajudara ainda estava intacta e fiel. Ele examinava cada membro de cada sociedade pessoalmente para buscar crescimento espiritual e de fé. As sociedades então formadas proviam a organização local para seu movimento.

O que Wesley pregava? Santidade, honestidade, salvação, boas relações familiares, vários outros temas, mas acima de tudo a fé em Cristo. Ele não pedia aos seus ouvintes para deixarem suas igrejas, mas para continuarem indo nelas. Ele lhes deu o refrigério espiritual que eles não achavam. Quando suas décadas de provação produziram décadas de triunfo, as multidões aumentaram. Ricos e pobres vinham para ouvi-lo falar. Ele desenvolveu redes de assistentes leigos. Suas exortações para viver perfeitamente em amor hoje parecem duras, mas considere os efeitos em suas congregações. Os xingamentos nas fábricas pararam, os homens e as mulheres começaram a se preocupar com vestimentas limpas e simples, extravagâncias como chá caro e vícios como o gim foram deixados por seus seguidores, vizinhos deram um ao outro ajuda mútua através das sociedades.

Wesley ensinou tanto pelo exemplo como pelos seus sermões. Ele publicou muitos de seus textos para serem usados em devocionais e direcionou o lucro para projetos, como um local de ajuda para os pobres. Sua vida pessoal estava além de reprovação. Ele traduziu hinos, interpretou as Escrituras, escreveu centenas de cartas, discipulou centenas de homens e mulheres e manteve em seus diários um registro da energia investida, que dificilmente tem um rival na história ocidental. Sua maneira de falar na linguagem do homem comum teve um impacto imensurável no surgimento do inglês moderno, assim como os hinos de Charles Wesley tiveram um grande impacto na música com suas muitas canções sem mencionar a poesia da subseqüente era Romântica.

Mas o impacto dos Wesleys nas classes mais baixas foi além de afetar seus hábitos de vida e modo de falar. John Wesley proveu uma estrutura religiosa que era local e pessoal, bem como fortemente moral. Sua teologia não tirava a liberdade e o direito de ninguém, pois qualquer um podia achar a graça de Deus para resistir ao diabo e ser salvo, se tão somente buscasse e recebesse. As sociedades que ele formou preservaram em seus estudos o foco na fé – uma fé que também levou a uma maneira de lidar com a realidade da vida das classes mais pobres. A religião não era só para os ricos, mas Wesley também não estava pregando uma revolta contra o anglicanismo.

O anglicanismo de John Wesley era muito forte, embora os púlpitos anglicanos tornassem-se totalmente fechados para ele. Só quando tinha oitenta e um anos ele permitiu uma pequena divisão entre seus seguidores e a igreja nacional. Tendo já enviado muitos homens à América, em 1784 ele ordenou mais pessoas para este esforço missionário e, porque “ordenação é separação”, efetivamente começou uma nova igreja. O conservadorismo dele era tanto político como religioso. Ele publicou uma carta aberta às colônias americanas, aconselhando-as a permanecerem leais à Grã-Bretanha, logo antes da Revolução Americana. Ele não tolerava nenhuma conversa sobre agitação civil na Inglaterra.

Muito se tem discutido acerca de que outras forças estavam trabalhando na Inglaterra além de Wesley e uns outros poucos pregadores. Por exemplo, a Revolução Industrial que estava vindo progrediu mais rápido na Inglaterra do que em qualquer outro lugar, dando aos homens novos tipos de trabalho; a justiça do Sistema de Paz e o sistema de governo com um Primeiro-Ministro eram únicos na sua forma e deram muito mais poder do que era possível em qualquer outro lugar à classe média local e os grandes problemas que poderiam de outra forma causar revolução, simplesmente não estavam presentes na Inglaterra depois de 1750. Ainda assim sem Wesley e seus seguidores como poderia o ateísmo, tal como existia entre os camponeses franceses, ser evitado e como poderia uma classe inferior oprimida e dominada pelos vícios, ter esperança?

John Wesley morreu em 2 de março de 1791, cerca de três anos depois que seu irmão Charles morreu. Até seus últimos anos, ele colocou a mesma frase de abertura em seu diário, como fazia a cada ano no seu aniversário, agradecendo a Deus por sua longa vida e sua contínua boa saúde, afirmando que sermões pregados de manhã logo cedo e muita atividade ao ar livre o mantiveram em forma para a obra de Deus. Desde o momento em que ele tornou-se livre de influências, exceto a de Deus, ele teve cinqüenta anos de serviço constante e fez um bem imensurável à Inglaterra através da perseverança, resistência e fé. Seu legado não se limitou ao seu século ou país, mas sobrevive até hoje na fé de milhões em várias igrejas ao redor do mundo.

A seguinte frase foi escrita em seu diário em 28 de junho de 1774:

Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava pensando como posso ter a mesma força que tinha trinta anos atrás? Que a minha visão esteja consideravelmente melhor agora e meus nervos mais firmes do que eram antes? Que eu não tenha nenhuma enfermidade da velhice, e não tenha mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: meu constante levantar às quatro da madrugada, por cerca de cinqüenta anos; o fato de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o fato de que nunca viajo menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano.


Quem são os beduínos?

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São um povo nômade que vive nos desertos do Oriente Médio e do norte da África. Os beduínos representam cerca de 10% dos habitantes do Oriente Médio e têm o nome derivado das palavras árabes al bedu ("habitantes das terras abertas") ou al beit ("povo da tenda"). O mais provável é que essa cultura tenha surgido ainda na Antiguidade, no norte da atual Arábia Saudita. A partir do século 7, porém, quando os árabes conquistaram o norte da África, os beduínos se dispersaram também nesse continente. Na Arábia, onde sempre viveram os grupos principais, as difíceis condições de vida no deserto geraram conflitos pelo uso de poços de água e pastagens, levando bandos de beduínos a eventuais ataques a caravanas e outras formas de roubo contra vizinhos e forasteiros. Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o estilo de vida desse povo começou a entrar em decadência. Submetidos ao controle dos governos dos países onde viviam, eles passaram a enfrentar dificuldades para perambular à vontade como nômades.

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Judeus não dizimam atualmente

Felizmente, teólogos judeus têm melhor conhecimento do que seus colegas teólogos cristãos. Eles estão bem informados de que somente os levitas têm o direito de receber o dízimo das pessoas. Afinal de contas, os líderes judeus têm o Antigo Testamento como sua Escritura e é isso que ela ordena. E já que não existe Templo atualmente (e, consequentemente, levitas ordenados ou sacerdotes servindo no Templo), então um fator importante no cumprimento das leis do dízimo não existe em nosso mundo moderno.

Considerando isso, pode ser de grande valor falar de algo que aconteceu comigo há mais de trinta e cinco anos quando eu estava apenas começando a estudar teologia na faculdade. Uma carta me fora entregue para responder. Era de uma mulher que ouviu que os judeus modernos não estavam dizimando. Ela queria saber se a informação era verdadeira, e se sim, por que os judeus aparentemente violavam as simples leis da Bíblia que falam do dízimo como uma lei a ser obedecida?
Tendo lido a carta, comecei a me preocupar com o assunto também. Para resolver a questão, telefonei para três rabinos na área de Los Angeles para conseguir explicação. Para grande espanto meu, todos os três, independentemente um do outro, me informaram que nenhum judeu religioso deve dizimar hoje. Fiquei surpreso com suas respostas. Isso parecia ser uma evidência de que os judeus eram tão relaxados com a interpretação bíblica que eles estavam abandonando até mesmo as simples palavras de sua própria Escritura sobre as leis do dízimo.

Até que eu falei com o último rabino, minha indignação como jovem estava começando a surgir. Mas, em seguida, o rabino sabiamente começou a me mostrar minha falta de conhecimento (não a dele) em toda a questão. Primeiro, ele admitiu que ninguém de sua congregação paga um centavo de dízimo que era exigido no Antigo Testamento. Ele então disse: “Se algum membro da minha sinagoga dizimar na forma como está na Escritura, ele estaria desobedecendo a lei de Deus, ele estaria pecando contra Deus.”

Como elaborar uma apresentação de PowerPoint brilhante?

O PowerPoint foi desenvolvido por engenheiros como uma ferramenta para ajudá-los a se comunicar melhor com a equipe de marketing e vice-versa.
Esta é uma ferramenta excepcional porque permite uma comunicação verbal muito densa. Sim, você poderia enviar um memorando, mas ninguém lê estes documentos mais. À medida que as empresas estão ficando cada vez mais ágeis, nós precisamos de uma forma de comunicar nossas ideias de um grupo para outro. É neste ponto que entra o PowerPoint.

Como escrever livros com os softwares livres

Por meio dos softwares livres é possível usar programas eficazes para realizar tarefas difíceis, como até mesmo escrever um livro. Veja
(Crédito: Shutterstock.com)
O medo de muitas pessoas que conhecem o open source e desejam aderir essa iniciativa é não encontrar programas eficazes para realizar diferentes tarefas. Porém, existem softwares livres capazes de realizar trabalhos desafiadores, como escrever um livro.

Confira 5 aplicativos literários

Confira 5 aplicativos literários
A tecnologia não faz tão mal assim à literatura. Pouco a pouco, os livros vão ganhando ares tecnológicos e as novidades high-techs se incorporam ao universo da leitura. Por isso, não demorou muito para que surgissem aplicativos para smartphones e tablets destinados a quem gosta de um bom livro.
Confira as cinco dicas da Contracapa de apps literários:
Literary Analysis Guide

Aplicativo estrangeiro referência para estudantes de literatura, retórica e jornalismo. Os elementos literários estão dispostos em três grupos: prosa, poesia e retórica. Além disso, uma “roda de significados” explica ao usuário os termos pesquisados, oferecendo exemplos, questões e até mesmo ensaios. O app custa US$ 2,99 (R$ 9).
British Literature Guide
Descrição: british-literatura-guide-app-20151005

Pacote para Concurso - Editora AudioJus

Acesso ao Clube AudioJus por 5 anos! +100 eBooks e seus respectivos áudios * Vídeos tutorias (como usar o material da melhor forma possível) * Entrevistas com pessoas que passaram no concurso dos sonhos * Futuras Atualizações * Todos os novos produtos (lançamentos) da Editora. 10 Bônus 1) eBook: Memorização para Provas e Concursos 2) eBook: Como Chutar em Provas e Concursos 3) Bônus Gerson Aragão: "Resolução de questões de provas" 4) Bônus Leandro Lima: "Como Montar Plano de Estudo" 5) Bônus Victor Ribeiro: "Aprendendo na Velocidade da Luz" 6) Bônus Nelson França "30 questões mais frequentes de Direito Constitucional" 7) Bônus professor Nelson França "Administração Pública" 8) Bônus Isis Moreira ebook "Nutrição cerebral: 6 passos para Turbinar sua inteligência" 9) Bônus André Knap: Como Garimpar e Encontrar Ótimos Concursos que Pouca Gente Conhece 10) Bônus do Allan Costa: "7 Dicas Matadoras Para Viajar Mais Pagando Menos" SUPER BÔNUS: Acesso ao nosso Grupo Secreto no Facebook

História do Ensino em Rondônia.

“Fomos pioneiros na criação de escolas dirigidas pelo rádio, o que permitiu uma maior difusão de escolas pelo interior, todas dirigidas por Porto Velho. Improvisamos muitas escolas até em caixotes” (Esron de Menezes, “Retalhos Para a História de Rondônia”)

Durante muito tempo a educação permaneceu em mãos de particulares. Inicialmente juntavam pequenos grupos, tanto em Guajará-Mirim quanto em Porto Velho, que eram entregues principalmente a religiosos com o objetivo de “desarar” os meninos e meninas que estudavam separados. Aos meninos eram ensinadas a arte de oleiro, ferreiro e carpinteiro. As meninas aprendiam o catecismo e prendas domésticas.

Formula Negocio Online

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Resenha. ‘Bruxas; figuras de poder.

Autor. Gilvandro - Gil.



As mulheres que constituem figuras que expurgam as fobias da contra reforma, foram torturadas e queimadas. Parteiras, curandeiras e carpideiras. O Manual do inquisidor do século XIV, o Malleus Maleficarum, as descreve de bruxas, perigosas com pacto com o demônio e práticas pagãs, desafiam as ordens estabelecidas e devem ser queimadas.
“A partir disso Paola Basso Menna Barreto Gomes Zordan professora, doutora da UFRS em seu ensaio ‘Bruxas; figuras de poder”, publicado na revista estudos feministas,13 (2): 331-341, maio-agosto/2005 discorre como as mulheres pagaram um preço muito alto em pensar e agir fora dos padrões estabelecidos pela igreja e pela sociedade patriarcal, são as bruxas.
O ensaio pauta no manual de inquisidores do século XIV, chamado Malleus Maleficarum e no livro La sorciére (A feiticeira) do historiador Jules Michelet.Enquanto no Malleus Maleficarum “Martelo das feiticeiras” a bruxa se envolve com o mal e é execrada, La Sorciére de Michelet a transforma em mártir enaltecendo suas ligações com a natureza. Os dois vislumbram ideias paradoxais da imagem da mulher independente. A bruxa pode ser tanto a bela jovem sedutora, como a horrenda anciã. A figura da bruxa é certo modo de enxergar a mulher quando ela expressa poder ao longo da civilização patriarcal. Toda expressão de poder por parte de mulheres desembocava em punição.

“A queda do Império Romano” analise do livro didático: Projeto Araribá História. 6º Ano.



O império Romano é extremamente fascinante, e seu estudo é denso e complexo, visto que sua influência esta nos nossos dias e muitos acontecimentos marcou a história de todo a civilização, principalmente as civilizações ocidentais. É um tema que desperta paixões para alguns e desperta raiva do imperialismo em outros. O Império Romano absorve o Império Grego e absorve muita da sua cultura, o Império Romano do ocidente cria o Império Romano do Oriente que vai perdurar por  toda a idade média. O Império Romano esta na bíblia dos cristãos.
Para analisar a abordagem de um aspecto do império romano, especificamente “A queda do Império Romano” foi analisado o livro didático: Projeto Araribá História. 6º Ano. Organizadora: Editora Moderna. Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela editora Moderna. Editora responsável: Maria Raquel Apolinário.  2 Edição São Paulo, 2007  PNLD 2011,2012 e 2013, PNDE Ministério da Educação. Código do livro 2498100624 tipo L. Editora responsável pelo livro, Maria Raquel Apolinário é bacharel e licenciada em Historia pela universidade de São Paulo. Professora da rede estadual e municipal de ensino de São Paulo por 12 anos. Editora.  

DICAS PARA PUBLICAR O SEU LIVRO - MANUAL PRÁTICO EM FORMA DE INSIGHT


Você que deseja ser um autor e tem dificuldades em encontrar as editoras certas para enviar o seu original, terá a chance de obter 201 endereços de editoras brasileiras de A a Z, além de 23 super dicas para não errar na hora de enviar o seu material para avaliação das editoras. Algumas pessoas não sabem como proceder para registrar um livro, neste manual você encontrará os links necessários para saciar as suas dúvidas, além da história de dois autores que encontraram dificuldades na publicação dos seus primeiros livros e hoje fazem sucesso internacionalmente. O autor Ademir Pascale já participou em mais de 40 livros, sendo uma das suas mais recentes publicações na editora francesa Reflets d'ailleurs, na obra Nouvelles du Brésil. Ficha Técnica: Título: Dicas para publicar o seu livro - Manual prático em forma de insight Autor: Ademir Pascale Capa: Marcelo Bighetti N° de páginas: 70  Formato: PDF - Ebook

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ESTUDO DE ARTIGO Ensino de História Hoje: Errancias, conquistas e perdas.

Os debates sobre o ensino de História no Brasil, desde os anos de luta contra a ditadura e de inquietações, contribuíram para novas concepções, pensamentos e trabalhos no campo do ensino de História no processo de alfabetização nos primeiros anos de estudos na escola, como disciplina formativa para a construção de novas possibilidades, novas práticas de ensino e uma relação de novas  perspectivas no ensino de História. O  artigo do professor Marcos Silva e da professora Selva Fonseca publicado na RBH em 2010, com o titulo  Ensino de História Hoje: Errancias, conquistas e perdas traz o debate historiográfico, analisa tradições, discute mudança, permanências, conquistas e perdas na História da disciplina de História.

ESTUDO DE ARTIGO.

A memória é um componente da História, que, afinal é a soma das lembranças individuais, a historiografia atual recorre muito à chamada História oral, narrativas pessoais que podem remeter a contextos passados mais amplos. Nossa memória tem muitas histórias da nossa vida, das pessoas que nos cercam, do momento histórico que vivemos. Alguns assuntos têm mais interesse e envolvimento e logo temos mais memória, para temas que desconsideramos, esquecemos muitas partes. A memória faz seleções e logo ela embora seja verdade não é sempre o todo do acontecimento, mas as partes importantes para nós. A história influencia a memória, documentos, fragmentos, recontam a história e mudam a percepção de memória coletiva, e a memória também influencia a consciência histórica ao reivindicar reanálise históricos, desde evitado o anacronismo. A memória nos confere significação, sentido, afetividade, guarda a nossa existência; memória é vida. A memória está vinculada a nossa capacidade de estabelecer dialogo com o passado e com o futuro, sendo o tempo presente o lugar de construção dessa inteligibilidade.

ANÁLISE DO TEXTO DOS PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

ANÁLISE DO TEXTO DOS PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

O PCN referente ao ensino médio em ciências humanas e suas tecnologias tem o objetivo de preparar o educando para a vida, para o exercício da cidadania, para sua inserção qualificada no mundo do trabalho e capacitá-lo para o aprendizado permanente e autônomo, não se restringindo a prepará-lo para a outra etapa escolar ou para o exercício profissional. Desta forma, o ensino de História, articulando- se com as outras disciplinas, busca oferecer aos alunos possibilidades de desenvolver competências que os identifiquem e os instrumentalizem a refletir sobre si mesmos, a se inserir e a participar ativa e criticamente no mundo e na sociedade.

Análise da coleção de livros didáticos: Saber e fazer História.

Análise da coleção de livros didáticos: Saber e fazer História.
Autores: Gilberto Cotrim, Jaime Rodrigues - 7º edição, 2012, Editora: Saraiva.
Concepção de História:
A coleção "Saber e fazer História" é formada por quatro volumes. Esta coleção apresenta aspectos relevantes do processo histórico mundial, incluindo a História do Brasil. Nela os assuntos de História Geral são estudados com os assuntos de História do Brasil, o que leva o aluno a perceber que na história muitas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo e que fatos ocorridos em outras partes do mundo exercem uma grande influência na nossa vida. Tem como concepção de história fazer um “juízo crítico” do processo histórico e seu principal objetivo é promover a participação dos alunos na construção do conhecimento histórico. O livro não está centrado na enumeração de datas, personagens ou acontecimentos históricos, isto é, não está focando na memorização mecânica. A abordagem tanto histórica quanto pedagógica, tem influência marxista, logo às analises para com os sujeitos históricos abordados no livro apresentam uma leitura crítica marxista. O livro adota a proposta curricular integrada, articulando temas da História do Brasil e da História Geral, em uma abordagem cronológica. A abordagem historiográfica do livro tem algumas renovações  inseridas nas temáticas, como por exemplo, a seção “De volta ao presente”, sempre ao final de cada capítulo retoma um dos temas explorados apresentando imagens, tabelas, gráficos ou mapas que colaboram na construção da relação entre o passado e o presente e no fortalecimento das noções de cidadania e participação social.